Para operadoras, autogestões, seguradoras e hospitais

Antes de virar glosa, a conta hospitalar merece ser vista dentro do hospital.

Auditoria médica prévia, concorrente e retrospectiva: pertinência técnica frente à DUT, análise de OPME e códigos excludentes, visita hospitalar presencial durante a internação e parecer técnico sobre a conta fechada. Bronze e Prata podem ser feitos online (para todo o Brasil) ou presencialmente; a visita hospitalar do Ouro é sempre presencial, no interior de Araraquara — Araraquara, Matão e Porto Ferreira, em expansão.

Médico com mais de 40 anos de medicina e décadas de auditoria dentro de operadoras — desde os planos de São José do Rio Preto (Golden Cross e BlueLife) até a Unimed
Pós-graduação em Auditoria em Saúde pela FAMERP, com experiência prática de auditoria concorrente dentro do hospital, leito a leito
Auditoria prévia, concorrente e retrospectiva — pertinência (DUT), OPME e códigos excludentes, do pedido de autorização ao fechamento da conta

O cenário da saúde suplementar em 2026

53 mividas beneficiários de planos médico-hospitalares no Brasil
81,7% de sinistralidade média do setor em 2025 — cada glosa evitável pesa nesse número
R$ 5 bi+11% gastos do setor com judicialização em 12 meses
até 87% do custo de uma cirurgia ortopédica pode estar no OPME
Fontes: ANS • CTS Consultoria • CONJUR (2026)
0 em receitas do setor de saúde suplementar em 2025 (recorde)
0 de lucro líquido do setor em 2025 — maior resultado da série histórica
0 de sinistralidade média — parcela da mensalidade consumida por despesa assistencial
TB 042 tabela TUSS de procedimentos excludentes — o primeiro filtro de uma boa auditoria
O problema

Você reconhece alguma dessas cenas na sua operação?

Entre a solicitação e o fechamento da conta hospitalar existem várias janelas em que um olhar técnico evita disputa depois. Sem auditoria em cada etapa, operadora e prestador só se encontram quando o problema já virou glosa — ou já virou custo.

A guia de OPME foi liberada sem checar pertinência

O material foi autorizado por pressa ou por falta de um segundo olhar técnico — e só na conta fechada é que se descobre a incompatibilidade entre código, procedimento e indicação clínica.

Ninguém visitou o leito durante a internação

Sem auditoria concorrente, a operadora só vê a internação inteira quando ela já terminou — e o hospital só descobre a glosa quando o dinheiro já foi gasto.

A glosa virou queda de braço sem laudo técnico

Auditoria retrospectiva sem prontuário bem lido é terreno fértil para glosa linear: contestada sem fundamentação de um lado, ou aceita sem necessidade do outro.

A solicitação não bateu com a diretriz de utilização

Pedido aprovado ou negado por impressão, não por checagem da DUT e do CID relacionado ao procedimento — risco de glosa indevida de um lado, ou de negativa indevida do outro.

Com a sinistralidade média do setor em 81,7% em 2025 e o setor lidando com um volume recorde de judicialização, cada ponto de controle técnico — antes, durante ou depois da internação — deixa de ser detalhe e passa a ser resultado.

A importância da leitura técnica

Por que a auditoria muda o resultado — para os dois lados da conta

A cobertura de um plano de saúde não é uma chave liga-desliga, e a conta hospitalar não se resolve por comparação genérica de preço. Veja o que já existe em regra técnica e por que isso importa em cada guia, cada leito, cada conta.

Rol ANS + DUT

Cobertura não é on/off

O Rol da ANS define o mínimo obrigatório, mas a Diretriz de Utilização diz sob quais condições clínicas cada procedimento é devido. Pertinência técnica é o que sustenta — ou derruba — uma negativa ou uma liberação.

TUSS — Tabela TB 042

Procedimentos excludentes têm tabela própria

Cobrança simultânea de códigos incompatíveis é uma das causas mais comuns — e mais evitáveis — de glosa técnica. Checar isso antes do envio é mais barato que discutir isso depois.

CBHPM

Honorários e OPME têm porte, UCO e lista de referência

Em cirurgias ortopédicas, o material (OPME) pode responder por até 87% do custo do procedimento. Cada cotação merece comparação de preço de referência e checagem de compatibilidade clínica.

Manuais de auditoria

Glosa técnica é diferente de glosa linear

Uma decorre de inconsistência real entre CID, prontuário e cobrança; a outra, de comparação genérica de preço. Confundir as duas custa caro — para operadora e para prestador.

Essas regras já existem, para quem contrata a auditoria e para quem presta o serviço. A diferença está em quem lê a conta e o prontuário antes de a disputa começar.

O que olhamos de perto

A conta hospitalar se decide em detalhe técnico, não em impressão geral.

CID compatível com o procedimento, pertinência frente à DUT, código TUSS correto, OPME coerente com a cirurgia, prontuário completo. É nesses pontos que a auditoria — prévia, concorrente ou retrospectiva — realmente entrega resultado.

Como atuamos

Prévia. Concorrente. Pós.

Conta e prontuário se enfrentam com leitura técnica em três momentos — cada um com um objetivo diferente, e todos evitando que o próximo vire disputa.

01
Auditoria prévia

Pertinência antes da liberação da guia

Analisamos a solicitação frente à DUT, ao Rol da ANS e ao histórico clínico, antes de qualquer autorização sair.

  • Checagem de pertinência clínica da solicitação (CID x procedimento)
  • Análise de compatibilidade e cotação do OPME solicitado
  • Identificação de códigos excludentes (TB 042) antes da autorização
02
Auditoria concorrente

Visita hospitalar durante a internação

Acompanhamos o paciente internado presencialmente: uma leitura técnica em tempo real, leito a leito, enquanto ainda dá para evitar o problema.

  • Visita hospitalar presencial e acompanhamento da evolução clínica
  • Validação de diárias, taxas e materiais em tempo real
  • Diálogo técnico direto com a equipe assistente, médico a médico
03
Auditoria pós (retrospectiva)

Prontuário e conta depois da alta

Leitura crítica da conta médica fechada frente ao prontuário completo — o tipo de análise que sustenta (ou desfaz) uma glosa.

  • Avaliação de prontuários após a internação
  • Diferenciação entre glosa técnica e glosa linear
  • Parecer técnico para sustentar a cobrança ou justificar a glosa
O diferencial GEMED

Quem já auditou operadora e já foi visto por hospital sabe onde a conta pode falhar dos dois lados.

A GEMED reúne, numa mesma banca, um médico com décadas de auditoria dentro de operadoras de plano de saúde e uma médica com pós-graduação em Auditoria em Saúde e experiência prática de auditoria concorrente dentro do hospital. Essa visão dupla — de quem audita e de quem já foi auditado — é o que sustenta pareceres técnicos difíceis de contestar, para qualquer lado da mesa.

  • Décadas dentro de operadoras de plano de saúdeTrajetória de auditoria médica desde os planos de São José do Rio Preto — Golden Cross e BlueLife — até a Unimed, somada a mais de 40 anos de medicina.
  • Formação específica em Auditoria em SaúdePós-graduação em Auditoria em Saúde pela FAMERP (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto), com atuação desde a formatura em Araraquara e Matão.
  • Experiência real de auditoria concorrente, dentro do hospitalVisita hospitalar e acompanhamento de internações pela operadora regional HSaúde, em unidades como a Santa Casa de Araraquara e o Hospital Fernando Malzoni, de Matão.
  • Leitura técnica nos dois sentidosA mesma banca analisa pertinência para quem autoriza e sustenta a conta para quem presta o serviço — sem perder rigor técnico em nenhuma direção.
Auditoria concorrente — visita ao leito
Leitura técnica de exames e prontuário

Auditoria não é carimbo. É leitura clínica de cada pedido, cada leito e cada conta — antes, durante e depois.

LL
Dr. Luiz Antônio Gonçalves Lindquist CRM-SP 49142 · Auditoria Médica RQE 1034151 · CRM Responsável GEMED
Experiência de campo

Auditoria concorrente de verdade: visita ao leito, hospital por hospital

Antes de ser um serviço oferecido no site, auditoria concorrente foi rotina: anos de visita hospitalar presencial pela rede credenciada da operadora regional HSaúde, acompanhando internações nestas unidades de referência.

Santa Casa de Araraquara Hospital Fernando Malzoni — Matão Maternidade Gota de Leite — Araraquara Hospital Dona Balbina — Porto Ferreira

A HSaúde é a operadora integrada ao Hospital Carlos Fernando Malzoni, com forte convênio junto à Santa Casa de Araraquara — o cenário onde essa experiência de auditoria concorrente foi construída, leito a leito.

Para quem atuamos

Operadora ou prestador — a ponta muda, o rigor técnico não.

Quem contrata a auditoria

Sinistralidade sob controle não é sorte — é auditoria em cada etapa

Atuamos como equipe médica auditora para operadoras regionais, autogestões e seguradoras saúde: da checagem de pertinência da guia (DUT, CID, OPME) à visita hospitalar durante a internação, até o parecer técnico no fechamento da conta. Cada ponto controlado antes da glosa é sinistralidade que não sobe.

Auditoria prévia Auditoria concorrente Análise de OPME Códigos excludentes Relatórios gerenciais
Painel rápido

O que a auditoria evita

81,7% sinistralidade média do setor em 2025 — cada glosa evitável pesa nesse número
87% do custo de uma cirurgia ortopédica pode estar no OPME
TB 042 tabela de procedimentos excludentes — 1º filtro contra glosa técnica evitável
Falar sobre auditoria para operadora
Quem presta o serviço

Glosa não fundamentada também é conta errada — só que contra o hospital

Para hospitais, clínicas e prestadores, atuamos na auditoria interna de contas: leitura do prontuário antes do fechamento, checagem de código e pertinência antes do envio, e parecer técnico para contestar glosa linear sem fundamentação clínica real.

Auditoria interna de contas Prevenção de glosa evitável Parecer de contestação Leitura de prontuário pós-alta
Painel rápido

Referência de mercado

R$ 22,1 mil/mês valor de uma cotação pública recente para 1 médico auditor interno em regime integral — nosso modelo é sob demanda
2 tipos de glosa — técnica (fundamentada) e linear (comparação genérica) — cada uma pede uma resposta diferente
Falar sobre auditoria para hospital
Processo simples

Como funciona, do primeiro contato ao relatório

1

Conte o contexto

Volume de guias, leitos ou prontuários, e se a necessidade é pontual ou recorrente, pelo WhatsApp.

2

Retorno com proposta

Modelo de atuação — avulso, plantão ou contrato — e valores, sem surpresa.

3

Contrato e início

Formalização simples, com escopo e prazos definidos.

4

Auditoria em regime

Pareceres, visitas hospitalares e relatórios, dentro do prazo combinado.

Auditoria feita a tempo é a única que evita a disputa — não só documenta ela.

Quem assina o parecer

Uma banca com vasta experiência em auditoria em saúde — não uma central de laudos

Trajetória real dentro de operadoras e dentro de hospitais, aplicada à leitura técnica de cada guia, cada leito e cada conta.

Dra. Mariangela Martin Lindquist

Dra. Mariangela Martin Lindquist

Médica · CRM-SP 226290
  • Pós-graduação em Auditoria em Saúde (FAMERP)
  • Auditoria concorrente na rede HSaúde — Santa Casa de Araraquara e Hospital Fernando Malzoni (Matão)
  • Atuação médica desde a formatura em Araraquara e Matão
  • Perita Médica Judicial — TRT-15, mais de 300 perícias realizadas
  • Pós-graduação em Segurança e Medicina do Trabalho (UniBF)
  • Pós-graduação em Psiquiatria (UniBF)
  • Certificação ACLS — Suporte Avançado de Vida Cardiovascular
  • Associada à SBAM e à ANAMT — Auditoria Médica e Medicina do Trabalho
  • Sócia da GEMED
Dr. Luiz Antônio Gonçalves Lindquist

Dr. Luiz Antônio Gonçalves Lindquist

Médico Auditor · CRM Responsável GEMED
  • CRM-SP 49142 — inscrito desde 1984
  • Auditoria Médica — RQE nº 1034151
  • Medicina do Trabalho — RQE nº 15808
  • Medicina Legal e Perícia Médica — RQE nº 103415
  • Médico auditor desde os planos de São José do Rio Preto — Golden Cross e BlueLife
  • Auditoria médica na Unimed
  • Formado pela FAMEMA — Faculdade de Medicina de Marília (1983)
  • Gestor médico na Cutrale
Investimento

Pacotes de auditoria médica — prévia, retrospectiva e institucional

Bronze e Prata são pacotes documentais, disponíveis online (para operadoras, autogestões e hospitais em qualquer lugar do Brasil) ou presencialmente. O Ouro inclui visita hospitalar presencial à beira do leito — hoje no interior de Araraquara, atendendo Araraquara, Matão e Porto Ferreira, e em expansão para novas cidades da região.

Sob consulta avulso ou institucional — proposta formal após o primeiro contato
Bronze

Auditoria Retrospectiva

Online (todo o Brasil) ou presencial
  • Avaliação de prontuário pós-alta
  • Conferência da conta médica fechada
  • Parecer técnico de glosa — sustentação ou contestação
Consultar valor
Ouro

Auditoria Institucional

Presencial — interior de Araraquara
  • Tudo do pacote Prata
  • Visita hospitalar presencial, leito a leito (auditoria concorrente)
  • Plantão fixo ou contrato mensal, com relatórios gerenciais periódicos
Consultar valor
Todos os valores são sob consulta: pacotes avulsos (Bronze e Prata) e contratos institucionais (Ouro) são dimensionados por volume de guias, leitos ou prontuários, com proposta formal após o primeiro contato.
Dúvidas frequentes

Perguntas que toda operadora ou hospital faz antes de contratar

A prévia acontece antes da autorização, checando pertinência frente à DUT e ao OPME solicitado. A concorrente acontece durante a internação, com visita hospitalar presencial e acompanhamento em tempo real. A retrospectiva (ou pós) acontece depois da alta, na leitura do prontuário e da conta fechada.

São combinações de códigos da tabela TUSS (TB 042) que não podem ser cobradas simultaneamente no mesmo procedimento. Identificá-los antes do envio da conta evita um dos motivos mais comuns de glosa técnica evitável.

A Diretriz de Utilização é a norma da ANS vinculada ao Rol de Procedimentos: mesmo um procedimento coberto só é obrigatório dentro de condições clínicas específicas (idade, CID, histórico). A pertinência frente à DUT é o que sustenta — ou derruba — uma autorização ou uma negativa.

Atendemos os dois lados da conta: operadoras regionais, autogestões e seguradoras que precisam de equipe médica auditora, e hospitais, clínicas e prestadores que precisam de auditoria interna para reduzir glosa evitável.

Toda análise de prontuário e de conta médica segue o Código de Ética Médica e a Lei Geral de Proteção de Dados, com acesso restrito à informação estritamente necessária à elaboração do parecer técnico.

Sim. Os pacotes Bronze e Prata (auditoria documental — prévia e retrospectiva) podem ser feitos online, para todo o Brasil, ou presencialmente. Já o Ouro, com visita hospitalar presencial à beira do leito, hoje está disponível no interior de Araraquara — atendemos Araraquara, Matão e Porto Ferreira, e estamos em expansão para novas cidades da região.

Pode ser avulsa — por parecer ou por visita hospitalar — ou por contrato institucional dimensionado pelo volume de guias, leitos ou prontuários. A proposta é fechada depois de entendermos o volume e a recorrência da demanda.

Não. É acompanhamento técnico da internação, com diálogo direto entre médicos. O objetivo é pertinência clínica e prevenção — não fiscalização — e isso evita glosa depois, para os dois lados.

Tem guia pendente, internação em andamento ou glosa para sustentar? O momento certo de auditar é antes.

Fale agora com a GEMED e receba uma proposta objetiva — avulsa ou institucional, sem enrolação.

Cada dia sem auditoria concorrente é um dia de conta que só será lida depois — quando já não dá para evitar.